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A Casa de Belgais possui instalações comuns para os hóspedes e a família, tais como uma sala de estar comum, com cerca de 170 m2, com vários recantos – o da lareira, o da televisão, etc.; uma sala de jantar com cerca de 150 m2 com uma mesa para 22 pessoas; um salão de 240 m2, onde se realizam os concertos, ensaios e gravações, conferências, colóquios, etc.

Para além destas zonas comuns, os hóspedes têm ainda disponíveis dois pátios, o das laranjeiras, com lago e alpendre e o das palmeiras, onde se realizam os concertos de verão.


Já fora de casa, encontra-se a zona da piscina e jardins exteriores. A piscina tem 20 x 10 m com patamares de segurança para crianças.
No meio da casa existe uma torre, na qual está instalada a biblioteca, com livros sobre arte, literatura e discos.
A Casa de Belgais está situada numa propriedade rústica, denominada Granja de Belgais, junto a um dos afluentes do Tejo: o rio Ponsul.
São muito antigos os vestígios e as notícias alusivas à ocupação humana deste espaço, dadas as suas elevadas aptidões agrícolas, remontando a períodos pré-romanos e romanos. Já mais recentemente, a Granja de Belgais terá feito parte de uma propriedade agrícola pertencente aos Cavaleiros Templários de Castelo Branco.
Desde o momento da aquisição da propriedade, uma das principais preocupações da família foi não só proteger a avifauna e a flora existentes no local, como também preservar a sua biodiversidade agrícola, mantendo as espécies autóctones que mais se adequam às condições existentes, designadamente a cabra charnequeira e a ovelha merino da beira baixa, ambas as raças ameaçadas de extinção.
Ao mesmo tempo, a agricultura aqui praticada procura, tanto quanto possível, socorrer-se de técnicas tradicionais, recorrendo à utilização de animais de tracção, igualmente em vias de extinção, como o burro e a mula.
Desta forma o hóspede pode ter contacto com a faina agrícola diária, e nela participar, colaborando nas diversas actividades desenvolvidas, desde a colheita da azeitona, até à debulha dos cereais.
Paralelamente, pode também observar espécies protegidas, como a cegonha negra, o grifo ou a pega-azul, ou simplesmente passear pelas margens e areais do rio Ponsul.
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